domingo, 1 de junho de 2014

A HISTÓRIA DAS RELIGIÕES


A HISTÓRIA DAS RELIGIÕES

 

  ÉDOUARD  SCHURÉ

 

“É por seus frutos que vós os julgareis”, disse Jesus. Esta sentença do Mestre dos Mestres se aplica tanto às Doutrinas como aos Homens. Sim este pensamento se impõe: ou a verdade é para todos o sempre inacessível ao homem, ou em grande escala as possuíram os grandes sábios os  iniciados da Terra. Ela se encontra pois, no fundo de todas as grandes Religiões e nos Livros Sagrados de todos os povos. É preciso somente, saber encontra-la aí e separa-la de tudo mais.

Toda Religião têm uma história exterior e uma interior; uma aparente, outra oculta. Por história exterior entendo os dogmas e os mitos ensinados publicamente nos templos e nas escolas, reconhecidos no culto e as superstições populares. Por historia interior, entendo a ciência profunda, a doutrina secreta, a ação oculta dos grandes iniciados, profetas ou reformadores que criaram, sustentaram, propagaram estas mesmas religiões. A primeira a história oficial, aquela que lê por toda parte e circula às claras; entretanto, ela é obscura, confusa, contraditória. A segunda que chamo de tradição esotérica ou Doutrina dos Mistérios, é bastante difícil de discernir, pois ela se passa no fundo dos templos nas confrarias secretas, e seus dramas mais surpreendentes se desenrolam inteiramente no mais profundo das almas dos Grandes Profetas, os quais não confiaram suas crises supremas ou seus êxtases divinos a nenhum pergaminho e a também a nenhum de seus discípulos. É preciso adivinha-la. Todavia, uma vez que se consegue vislumbra-la, ela aparece luminosa, orgânica, sempre em harmonia consigo mesma.

Para a Raça Ariana, o germe e o núcleo se encontram nos Vedas. Sua primeira cristalização histórica aparece na Doutrina Trinaria de Krishna, que dá ao Bramanismo seu poder, à Religião da Índia seu cunho indelével. Buda que segundo a cronologia dos Brâmanes seria posterior a Krishna cerca de dois mil e quatrocentos anos, não fez senão revelar uma outra face da Doutrina oculta, a metamorfose e da série das existências encadeadas pela Lei do Carma. Ainda que o Budismo tenha sido uma revolução democrática social e moral contra o Bramanismo aristocrático e sacerdotal, seu fundo Metafísico é o mesmo, embora menos completo.

No Egito, as tradições remontam a uma Civilização muito anterior à aparição da Raça Ariana no cenário da História. Há muito pouco tempo, podia-se supor que o Monismo Trinitário, exposto nos Livros Gregos de Hermes Trimegisto, seria uma compilação da Escola de Alexandria sob a dupla influência Judaica - Cristã e neoplatônica. De comum acordo, crentes ou incrédulos, historiadores e teólogos, até recentemente, sempre defenderam essa teoria. Já há algum tempo, essas ideias sucumbiram diante das descobertas da Epigrafia Egípcia. A autenticidade fundamental dos Livros de Hermes, como documentos da antiga sabedoria do Egito, ressalta triunfante dos hieróglifos explicados. As inscrições das Colunas de Tebas e de Mênfis não somente confirmam toda cronologia de Maneton, mas também demonstram que os Sacerdotes de ÂMON - RÁ, PROFESSAVAM A ALTA METAFÍSICA, QUE SE ENSINAVA DE OUTRAS MANEIRAS ÁS MARGES DO Gangues. Pode-se dizer aqui, com o profeta Hebreu, que “a Pedra fala e o muro lança seu grito”. Pois semelhante ao “Sol da Meia noite” que reluziu nos Mistérios de ISIS E DE OSIRES, o pensamento de Hermes, a Antiga Doutrina do Verbo Solar se reascendeu nos túmulos dos Reis e brilha até nos Papiros do Livro dos Mortos, guardados pelas múmias de quatro mil anos.

Na Grécia, o pensamento Esotérico é, ao mesmo tempo, mais visível e mais oculto do que em qualquer outro lugar; mais visível porque se reflete através da Mitologia humana e encantadora; porque corre como um sangue ambrosiano nas veias desta civilização e jorra por todos os poros de seus Deuses como um perfume e um orvalho celeste. Por outro lado, o pensamento profundo e científico, que presidiu à concepção de todos estes mitos, muitas vezes é mais difícil de se penetrar por causa de sua própria sedução e dos ornamentos a eles acrescentados pelos poetas e um pouco fantasista de Platão.

A Tradição oculta de Israel, que procede ao mesmo tempo do Egito, da Caldéia e da Pérsia, nos foi conservado sob formas bizarras se obscuras, mas em toda sua profundidade e extensão pela Kabala ou tradição oral, depois pelo Sohar e o Sépher Jézirah, atribuído a Simão Bem Jochai. Misteriosamente oculta na Gênese e no simbolismo dos Profetas, ela sobressai de maneira assustadora no admirável trabalho de Fabre D’Olivet sobre a Língua Hebraica Restituída, que tende a reconstruir a verdadeira cosmogonia de Moisés, conforme método Egípcio de acordo com o tríplice sentido de cada versículo e quase de cada palavra dos dez primeiros capítulos do Gênese.

Quanto ao Esoterismo Cristão, ele brilha por si mesmo nos Evangelhos iluminados pelas tradições Essenianas e Gnósticas. Ele jorra como uma fonte viva da palavra de Cristo, de suas parábolas, do mais profundo daquela Alma incomparável e verdadeiramente Divina. Ao mesmo tempo, o Evangelho de São João no dá as chaves do ensinamento íntimo e superior de Jesus, com o sentido e o alcance de sua promessa. Encontramos aí a Doutrina da Trindade e do Verbo Divino, já ensinado há milênios nos templos do Egito e da Índia, porém reforçadas , personificada pelo Príncipe dos Iniciados, pelo Maior Filho de Deus.

Namastê

 

A seguir: As quatro categorias da Teosofia, antiga.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

QUEM SOMOS E O QUE BUSCAMOS



QUEM SOMOS E O QUE BUSCAMOS
 

A Ciência e a Religião, as Guardiãs da Civilização, perderam, uma e outra, seu Dom Supremo, sua Magia, aquela da grande e forte educação. Os Templos da índia e do Egito produziram os maiores sábios da Terra. Os templos Gregos moldaram heróis e poetas. Os Apóstolos de Cristo foram mártires sublimes e geraram milhares de outros. A Igreja da Idade Média, apesar de sua teologia primária, fez Santos e Cavaleiros, porque tinha fé e porque, com todos os abalos, o Espírito de Cristo nela sobressaía. Hoje, nem a Igreja aprisionada em seu dogma, nem a Ciência encerrada na Matéria sabem mais construir homens completos. A Arte de Criar e formar almas esta perdida e só será reencontrada quando a Ciência e a Religião, refundidas em uma força viva, a isso se aplicarem juntas e de comum acordo, para o bem e a salvação da humanidade.

O Tempo da Regeneração intelectual e de transformação Social chegará, estamos certos disso. Vários presságios já o anunciam. Quando a Ciência souber e a Religião puder, o Homem agirá com nova Energia. A Arte de da vida e de todas as Artes só poderão renascer por meio de sua Harmonia.

Mas enquanto esperamos o que fazer neste Tempo que se assemelha à queda num precipício, num crepúsculo ameaçador, enquanto seu início Havia preparado a escalada em direção dos livres pináculos, sob uma brilhante aurora? A Fé, disse um grande douto, é a coragem do Espírito que se arremessa para adiante, certo de encontrar a Verdade. Esta mesma Fé, não é inimiga da Razão, mas a sua Chama.

Para aqueles que irremediavelmente a perderam, e eles são muitos- pois o exemplo veio de cima – a estrada é fácil e esta toda traçada: seguir a corrente do dia à dia, submeter-se em vez de lutar contra ele, se resignar à dúvida ou à negação, se consolar de todas as misérias humanas e dos próximos cataclismos da natureza e da alma, com um sorriso de desdém encobrindo assim o profundo nada das coisas – no qual unicamente acredita- com um véu brilhante que se enfeita com o belo nome de ideal , acreditando que não passa de uma quimera inútil.

Quanto à nós, pobres crianças perdidas, que cremos que o Ideal é a única Realidade e a única Verdade no meio de um Mundo inconstante e fugidio;  que acreditamos na sanção e no cumprimento de suas promessas, nas histórias da humanidade e na vida futura; que sabemos que ela é a recompensa da Fraternidade humana como Razão, e a lógica de Deus, procuremos então bebermos sofregamente os ensinamentos a nós ofertados, nos  abastecendo de sabedoria.

Conheçamos, pois Os Grandes Iniciados, e aprendamos; Creamos no Amor e na Fraternidade como as únicas ferramentas capazes de nos fazer Ascender.

Rama – Krisna – Hermes – Moisés- Orfeu- Pitágoras- Platão- Jesus

Por, Édouard Schuré

Bebamos na Fonte da Sabedoria e nos tornemos Seres Humanos melhores, nunca esquecendo que: ESTAMOS HUMANOS, NÃO SOMOS HUMANOS.

 

segunda-feira, 5 de maio de 2014

SANAT KUMARA


SANAT KUMARA
VÊNUS

 Nosso Planeta tem sido contatado por seres de VÊNUS no mínimo durante os últimos 18, 5 milhões de anos, porque SANAT KUMARA, O LÓGOS planetário da Terra, veio de Vênus com 105 irmãos Kumaras para iniciar a Hierarquia Espiritual deste Planeta. Vênus é o Planeta irmã, que corporifica o centro do AMOR. É um Planeta Sagrado e funciona como uma irmã mais velha no sentido planetário. Talvez alguns de vocês não saibam que Jesus assim como Buda veio deste planeta, pois também eram KUMARAS.

Os venusianos referem-se a Deus como “O INOMINÁVEL”, o que é bastante interessante, pois assemelha-se ao Judaísmo. SANAT E SEUS IRMÃOS vivem em um de frequência mais elevada.

Os habitantes de Vênus possuem um padrão ético e moral muito mais elevado do que nós humanos possuímos. A fraternidade universal é seu maior fundamento, considerando como irmãos todos os seres inteligentes de todos os planetas, através de todo Universo, não importando qual o tipo de corpo físico que apresentem; podem se  encontrar num nível baixo de evolução, mas ainda assim são visto como.

Sua missão é ajudar a raça adâmica (humana) a se desenvolverem nos níveis: mental, moral e material.

Sua atividade tem aumentado muito nos últimos anos, precisamente  agora neste período recente de transição da Era de Peixes para a Era de Aquário.

Joshua David Stone, escritor, Ph. D. em psicologia e é indubitavelmente um pesquisador renomado e respeitado no mundo Esotérico. Suas teorias e estudos são reconhecidamente interessantes e é por suas descobertas e estudos mereceram minha atenção e serão lentamente postados.

Namastê

quinta-feira, 1 de maio de 2014

LÓGOS, O CRISTO


LÓGOS, O CRISTO DIVINO, O CRISTO REDENTOR

 

Em linguagem Bíblica do Gênesis diríamos: a Serpente (o intelecto) nunca aceitou de bom grado ter lhe sido esmagada a cabeça, por aquele outro poder que surgira das profundezas da NATUREZA Humana (razão, espírito), e ainda procura armar ciladas ao calcanhar do vencedor, O Cristo.

Para aqueles que estão acostumados, que estudaram, estes esclarecimentos são totalmente desnecessários, mas este Blog, também é lido por Leigos e, portanto faço esta transcrição, no intuito de abrir canais e adeptos para um Mundo melhor, um Mundo onde reine a sabedoria, a fraternidade e a capacidade de fazermos do nosso famigerado Ego, um aliado.

A Imagem de Cristo como deveria ser vista, e seus aconselhamentos utilizados por todos. Alguns trechos foram tirados de um grande estudioso, Humberto Rodhen, que dedicou uma grande parte de sua vida a estudar a jornada evolutiva do homem-pré-adâmico, através do homem intelectual, até o homem racional dos dias de hoje.

“A presente Humanidade não atingiu ainda as alturas da sua evolução Superior”

E até hoje, o homem profano se considera refém de uma ilusão separatista do grande todo Universal, essa ilusão não termina por meios de rituais religiosos, termina com a aceitação da realidade do seu EU Divino, elo eterno com o Lógos, ultrapassando assim a ilusão do seu Ego Humano.

“CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ”

Entendam: A minha, a sua verdadeira Identidade não esta em nenhum papel. O meu, o Nosso Idem, O meu Eu e o nosso Eu é uma emanação individual da Realidade Universal, emanação que ocorreu fora desta Terra, muito antes dos nossos pais nos revestissem de um invólucro material. A origem do meu Eu não é terrestre, mas Cósmico.

Enquanto isso, continuamos a nos rebelar contra nossos inimigos, quando deveríamos ,ama-los; continuamos a crer firmemente no espírito da força descremos da força do espírito e devido a essas fraquezas, continuamos vítimas de todas as mazelas materiais e mentais.

SÓ O AMOR SALVA E NOS REDIME.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O SIGNIFICADO DAS CORES




O SIGNIFICADO ESPIRITUAL DAS CORES

Continuando nosso estudo sobre as Cores e como podem ser usadas no nosso dia a dia, conforme nossas necessidades e objetivos.

Essas informações foram extraídas do Livro Aha! The Realization Book de Janet McClure, Fundadora da famosa “Fundação Tibetana” e traz consigo informações que vão muito além dos conhecimentos padrão sobre cor.

 

VERMELHO – a energia dinâmica muitas vezes associada ao embrenhar-se em áreas novas ou desconhecidas. Sua associação com a polaridade masculina quer você esteja num corpo masculino ou feminino; sua associação é com a evolução e para muitos, com a Fonte Evolutiva.

LARANJA – o corpo mental, em suas formas Lógica e Conceitual; associa-se com a organização e sua estrutura, sua capacidade para ver o quadro geral em qualquer situação e a sua vida em relação ao todo; sua capacidade de interagir com a 5° Dimensão. Para algumas pessoas essa cor as liga, numa associação Cristalina com o Reino Mineral da Terra.

AMARELO – pensamento claro, inteligência e os meios para libertar as percepções erradas mediante um processo de ampliação; possui qualidades transformadoras de 5° Dimensão e associações com a Cura, em especial com a cura que se move e retorna; exemplo: passes energéticos, Reiki. Auxilia a Concentração ou a reunir energia, melhorando assim a Memória. Está conectado espiritualmente com Sanat Kumara, formando assim um sistema de cadeia ou de ligação com o Logos Solar, Hélio.

VERDE – é associada à Cura, ao crescimento e à evolução: à harmonia e à tranquilidade: ao uso claro do corpo emocional com o mundo das Artes, música, pintura, escrita, dança; consegue extrair do nível da própria Fonte Criadora uma perspectiva de totalidade.

AZUL – ajuda a equilibrar a área de polaridade, mediante a associação do Amor com a Sabedoria; é um desobstruidor e um transmissor da energia elétrica ou da Prata – que se fundem à medida que o corpo fica mais leve, a pureza de propósitos e ao amor, a clarificar a área de objetivos através do equilíbrio e fusão; enfatiza o serviço ao plano, ajuda a iluminar o caminho para a elevação do espirito.

ANIL – possui uma conexão profunda com o nível da Fonte Criadora e mantém a concentração e a atenção nela encontrada. Ajuda a resolver problemas de uma separação; é associada com frequência, à energia da consciência de Cristo; procura fundir perspectivas espirituais através de um processo de descritalização; descristaliza a área da renúncia, possui 7 níveis que se descristalizam à medida que se Ascende.

VIOLETA – transformação, purificação, transmutação; aquilo que foi chamado de Cerimonial Mágico ou de Invocação através da de uma integração de todas as outras cores e do que elas representam. Ajuda a integrar tudo que se aprendeu na Terra, a sanar as divisões da polaridade; a curar o corpo emocional através de sua associação com o corpo espiritual; esta estreitamente associada a St. Germain e à Nova Era.

ROSA – é associada á energia do coração e as suas características; particularmente o Amor, a Compaixão e a Gratidão; útil para suavizar qualquer cristalização na área da vontade; ajuda no processo de rendição e alcança e apoia o que é novo, o que já começou; por isso é útil ao tornar realidade o apoio Divino em nossas vidas, é associada ao Reino Angelical.

PRATA – o símbolo da energia da eletricidade da alma; trabalha seu fluxo na descristalização dos bloqueios em todas as suas formas, inclusive em todos os aparelhos elétricos e eletrônicos usados na Terra; muitas vezes está associada e ao Reino Angelical; refere-se à perspectiva iluminadora da Alma Humana ancorando-a no nível celular.

OURO – o integrador perfeito; são enfatizadas a aceitação do nível da Alma e a aceitação da totalidade em todos os níveis; ajuda a integrar o nível co-criador; junta as peças de qualquer área que tenha sido dispersada; pode ser conectada através de Sanat Kumara ou elo planetário, diretamente com Hélio ou com o nível de consciência Logo Solar; desperta dentro de cada um de nós o verdadeiro nível da realidade; amplia a base criativa, permitindo que ela flua.

 

 Nesta Postagem falamos em Logos, Hélio e Sanat Kumara assim sendo, na próxima , nos dedicaremos a conhece-los.
PAZ , LUZ E HARMONIA EM SUAS VIDAS
JADE

 

 

 

 

 

 

terça-feira, 22 de abril de 2014

MÚSICA E COR





Música e Cor
 
Em um livro maravilhoso chamado A Cura Pela Música e Pela Cor, Editora Cultrix, Mary Bassano fez uma pesquisa interessante, correlacionando certas peças musicais ao espectro básico da cor. Essas informações nos permitem não só ouvi-las para obter a energia desejada, mas também vestirmos peças da cor das mesmas.
Música Vermelha
Clássica                                                               Nova Era
Marcha Militar de Schubert                          Marte de Planets, de Holst
Marchas de Souza                                        On the Edge, Mickey Hart  
A Dança do Marinheiro, Suite de Gliére        Diga Rhythm ,Mickey Hart
 
Música Laranja
Dança Húngara n°5 Brahms                     Winterfall Music Paul Warner   
Habanera, Carmem de Bizet                    Júpiter, Planet, Holst
Capricho Espanhol, Rimski Korsakov     Eagle’s Call , Bruce Hurnow
 
Música Amarela
Arabesque, Schumann                             Lemurian Sunrise, Paul Warner
As Fontes de Roma , Respighi                 Dawn , Steven Halpern
Concerto de Piano n°26, Mozart              Kitaro Ki , Kitaro
 
Música Verde
 
Melodia em Fá, Rubistein                                     Pan Flute , Za Mir
Concerto para Violino em Mi menor, Medelsson       Ocean , Larkin
Clair de Lune, Debussy  
 
Música Azul
 
Ária sobre a Corda em Sol, Bach                 Divine Gypsy,( arranjo        
 Ave Maria , Schubert                                   Instrumental)   Yogananda    
O  Cisne  Saint Saens                        
 
Música Anil
 
Devaneio , Schumann                                      Angel Love, Aeoliah
Adágio da Sinfonia n° 1 em Dó menor           Inside , Paul Horn
De Brahms                                                        Vênus,de Holst
Poéme para Violino e Orquestra
De Chausson
 
Música Violeta
 
Concerto Para Piano em Si Menor                     The Great Pyramid,
De Tchaikovsky                                                         de Paul Horn
Sonho de Amor, Liszt                                         Neptune, Holst
Cantos Gregorianos                                        Eventide, Steven Halpern
  Usemos esses recursos em nossas vidas e rapidamente
 sentiremos   seus benefícios.
 
Namastê                                 
 
 

domingo, 10 de novembro de 2013

A Música e seu Poder de Cura


 

A palavra Chakra vem do sânscrito e significa roda, disco, centro, plexo. Nesta forma eles são percebidos por videntes como vórtices (redemoinhos) de energia vital, espirais girando em alta velocidade, vibrando em pontos vitais de nosso corpo. Os chakras são pontos de interseção entre vários planos e através deles nosso corpo etérico se manifesta mais intensamente no corpo físico.

Os vedas (2.000 a. C.) contêm os mais antigos registros sobre chakras de que se tem notícia. Quando foram escritos, a Yoga já sistematizava o conhecimento e o trabalho energético dos chakras.

São sete os principais chakras, dispostos desde a base da coluna vertebral até o alto da cabeça e cada um corresponde a uma das sete principais glândulas do corpo humano. Cada um destes chakras está em estreita correspondência com certas funções físicas, mentais, vitais ou espirituais. Num corpo saudável, todos esses vórtices giram a uma grande velocidade, permitindo que a "prana", flua para cima por intermédio do sistema endócrino. Mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado - e disso resulta o envelhecimento ou a doença.

Os chakras são conectados entre si por uma espécie de tubo etérico (Nadi) principal chamado "sushumna", ao longo do eixo central do corpo humano, por onde dois outros canais alternados "Ida" que sai da base da espinha dorsal à esquerda de sushumna e "pingala" à direita (na mulher estão invertidas estas posições).

Os nadis conduzem e regulam o "prana" (energias Yin e Yang) em espirais concêntricas. Estes nadis são os principais, entre milhares, que percorrem todo o corpo em todas as direções, linhas meridianos e pontos. Para os hindus os nadis são sagrados, é por meio da "Sushumna" que o yogi deixa o seu corpo físico, entra em contato com os planos superiores e traz para o seu cérebro físico a memória de suas experiências.

O Corpo físico e cada um dos Chakras


Nosso corpo físico tem uma ligação sutil com o mundo astral. É através do desequilíbrio desta energia vital que as pessoas adoecem e acabam obstruindo esta ligação com o Divino. Daí, a relação entre as doenças e as crises emocionais. É muito comum ver pessoas que acabam somatizando e transformando energias negativas, depressão, raiva, solidão, em doenças físicas, como cânceres e outras mais graves. Nosso corpo físico tem pontos, que quando ativados, fazem fluir a energia vital, nos trazendo alegria e, principalmente, saúde. É através dos nadis (meridianos) - caminhos invisíveis dentro do nosso organismo - que a energia vital caminha por todo o nosso corpo e chega aos chakras, em pontos que concentram vibrações mais específicas, conforme veremos a seguir:

Muladhara - O primeiro Chakra (conhecido como Chakra Base ou Raiz), situado na base da espinha dorsal, relaciona-se com o poder criador da energia sexual. Quando esse Chakra está enfraquecido indica distúrbios da sexualidade ou disfunções endócrinas. Quando excessivamente energizado, indica excesso de hormônios, sexualidade exacerbada ou até mesmo a presença de um tumor no local.

Svadhisthana - O segundo Chakra também chamado esplênico, sacro ou do baço, é responsável pela energização geral do organismo, e por ele penetram as energias cósmicas mais sutis, que a seguir são distribuídas pelo corpo. Quando esse Chakra é estimulado, propicia uma boa captação energética.

Manipura - O terceiro Chakra (conhecido como Chakra do Plexo Solar) localiza-se na região do umbigo ou do plexo solar, e está relacionado com as emoções. Quando muito energizado, indica que a pessoa é voltada para as emoções e prazeres imediatos. Quando fraco sugere carência energética, baixo magnetismo, suscetibilidade emocional e a possibilidade de doenças crônicas.

Anahata - O quarto Chakra situa-se na direção do coração. Relaciona-se principalmente com o timo e o coração. Sua energia corresponde ao amor e à devoção, como formas sutis e elevadas de emoção. Na tradição católica, este Chakra é simbolizado pelo coração luminoso de Cristo. Quando ativado desenvolve todo o potencial para o amor altruísta. Quando enfraquecido indica a necessidade de se libertar do egoísmo e de cultivar maior dedicação ao próximo. No aspecto físico, também pode indicar doenças cardíacas.

Visuddha - O quinto Chakra fica na frente da garganta e está ligado à tireoide. Relaciona-se com a capacidade de percepção mais sutil, com o entendimento e com a voz. Quando desenvolvido, de forma geral, indica força de caráter, grande capacidade mental e discernimento. Em caso contrário, pode indicar doenças tireoidianas e fraquezas de diversas funções físicas, psíquicas ou mentais.

Ajna - O sexto Chakra situa-se no ponto entre as sobrancelhas. Conhecido como "terceiro olho" na tradição hinduísta, está ligado à capacidade intuitiva e à percepção sutil. Quando bem desenvolvido, pode indicar um sensitivo de alto grau. Enfraquecido aponta para um certo primitivismo psico-mental ou, no aspecto físico, para tumoração craniana.

Sahasrara - O sétimo é o mais importante dos chakras, situa-se no alto da cabeça e relaciona-se com o padrão energético global da pessoa. Conhecido como Chakra da coroa, é representado na tradição indiana por uma flor-de-lótus de mil pétalas na cor violeta. Através dele recebemos a luz divina. A tradição de coroar os reis fundamenta-se no princípio da estimulação deste Chakra, de modo a dinamizar a capacidade espiritual e a consciência superior do ser humano.

Como energizar os Chakras


Várias terapias, como o Reiki e a cromoterapia se utilizam dos chakras como base para diagnóstico e tratamento de males que atingem desde o corpo físico até o espiritual. Através de gestos, que podem ser incorporados no dia-a-dia é possível ativar estes pontos de energia, buscando a harmonização do corpo e da alma.

 


Curando com a Cor e o Som

 

Notas Musicais e suas Cores Correspondentes

Dó – Vermelho

Ré – Amarelo

Ré Sustenido – Cintilação de Aço

Fá – Vermelho Escuro

Fá Sustenido – Azul Brilhante

Sol – Laranja Rosado

Sol Sustenido – Roxo

Lá – Verde

Lá Sustenido – Cintilação de Aço

Si – Azul Suave

Dó – Violeta

As Composições de Música Clássica e seu Poder de Cura

Essas Músicas podem ser pensadas como Músicas das Esferas. Ao ouvi-las você é curado de vários males e sente-se elevado. Em estudos recentes e tratamentos atuais já se constata sua eficiência.

Portanto vamos ouvi-las não só por sua beleza, mas pelos benefícios a nós ofertados.

Ave Maria de Schubert

A Flauta Mágica de Mozart

Aída de Verdi

A Nona Sinfonia de Beethoven

O Lago dos Cisnes e a Bela Adormecida de Tchaikovsky

Parsifal e Lohengrin de Wagner

Messias de Handel

Sonho de uma Noite de verão de Mendelssohn

A Paixão de São Mateus de Bach

Tannhauser de Wagner

Cânone em Ré Maior de Pachelbel

Estamos na Nova Era, cuidemos da nossa Alma e do nosso bem estar físico e mental.

 Namastê